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Janaina Ribeiro

Novos executivos do grupo lideram área Financeira e de Relações com Investidores

Conheça quem são

​A partir de 1º de outubro de 2017, Francisco Morandi deixa a posição de CFO (Chief Financial Officer) das empresas do grupo AES Brasil para assumir a Vice-Presidência Global de Estratégia Corporativa e Investimentos para os negócios da AES Corporation. Morandi atuou na AES Brasil por oito anos e continuará a contribuir com a trajetória do grupo em sua nova posição, já que será responsável pela definição da estratégia da AES no mundo, além de permanecer como Conselheiro de Administração da AES Eletropaulo e AES Tietê.

Para a posição de Morandi, os Conselhos de Administração das Companhias elegeram, na sexta-feira passada, dia 15 de setembro, Marcelo Antonio de Jesus e Clarissa Della Nina Sadock Accorsi, já executivos das empresas AES Brasil, para ocuparem os cargos de Vice-Presidentes de Finanças e de Relações com Investidores da AES Eletropaulo e AES Tietê, respectivamente. Ambos assumem também a partir de 1º de outubro.

Marcelo de Jesus é administrador e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral. Trabalhou na AES de 2004 a 2010, como Diretor Tributário para o Brasil e América Latina. Depois, de 2013 até agora, atua como Diretor de Controladoria e Planejamento Tributário das empresas da AES no Brasil. Possui mais de 20 anos de vivência em finanças corporativas em empresas e indústrias de variados segmentos, com responsabilidades nacionais e também para a América Latina. “O setor elétrico é extremamente dinâmico. Nossa estratégia, neste ambiente, é sermos ágeis e cada vez mais eficientes, garantindo a criação de valor para os nossos acionistas”, disse o executivo.

Já Clarissa Sadock é economista e possui MBA em Finanças pela COPPEAD-UFRJ. Está na AES há 13 anos. Atuou como Diretora de Relações com Investidores e Tesouraria e, atualmente, é Diretora de Planejamento Corporativo das empresas AES no Brasil. “Nossa estratégia é crescer no país em ativos renováveis. Temos o desafio de consolidar a AES Tietê como uma integradora de soluções inovadoras e sustentáveis”, comentou Clarissa. A executiva possui mais de 20 anos de experiência em áreas financeiras e extenso conhecimento no mercado de capitais, planejamento estratégico e estruturação financeira.

Reposicionamento da AES no mercado - Desde 2009, Francisco Morandi vem contribuindo para a estratégia dos negócios do Grupo AES, no Brasil. Ao longo dos últimos anos, atuou como Vice-Presidente de Desenvolvimento Negócios e, desde dezembro de 2014, como CFO (Chief Financial Officer) e Diretor de Relações com Investidores.

Durante sua gestão, a AES reposicionou-se estrategicamente no mercado Brasileiro. “Nos últimos anos, vivenciamos muitos desafios no mercado brasileiro. Reposicionar as empresas do grupo nesse cenário foi um grande aprendizado, importante para esta nova etapa na estratégia Global da AES”, afirmou Morandi.

Vale salientar alguns marcos recentes, durante a trajetória do executivo nas empresas AES no Brasil:

AES Tietê:

• Reestruturação societária da AES Tietê Energia em 2015 e migração de suas ações e units para o Nível 2 de Governança Corporativa da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3);

• Aquisição do Complexo Eólico Alto Sertão II (386,1 MW) e assinatura de acordo para aquisição do Complexo Solar Boa Hora (91 MWp ou 75 MWca), contribuindo com a sua estratégia de crescimento e diversificação de, até 2020, compor 50% de seu EBITDA com fontes não hidráulicas com contratos de compra e venda de energia elétrica de longo prazo;

• Emissão da primeira debênture de infraestrutura da AES Tietê Energia em 2015, que compôs a 4ª emissão de debentures da Companhia, totalizando cerca de R$ 600 milhões.

AES Eletropaulo:

• Reestruturação societária da AES Eletropaulo em 2016 e proposta de Migração para o Novo Mercado da B3, recentemente aprovada em Assembleia Geral Extraordinária e ratificada em Assembleia Especial de acionistas titulares de ações preferenciais da AES Eletropaulo.

Demais negócios do Grupo AES Brasil:

• Celebração de acordo em final de 2016 para encerramento de arbitragem contra a YPF no qual a YPF indenizou a AES Uruguaiana em 60 milhões de dólares;

• Reavaliação estratégica da AES Sul e venda da companhia para a CPFL Energia em 2016 por aproximadamente R$ 1,6 bilhão.


Novos executivos do grupo lideram área Financeira e de Relações com Investidores  

Novos executivos do grupo lideram área Financeira e de Relações com Investidores